É tempo de eleições. No próximo domingo, 4 de outubro, os brasileiros vão às urnas para escolher deputados federal e estadual, senador, governador e presidente da República. A história da revista PLACAR também registra pleitos marcantes, como as edições que elegeram Marcelinho Carioca e Ricardinho como os jogadores mais odiados do Brasil.
A primeira ocorreu na edição de abril de 2000 e foi popular, nos primórdios da internet e do site da revista. Foram computados quase 10.000 votos, com ampla vantagem para Marcelinho como o atleta mais detestado. O ídolo do Corinthians recebeu 43,1% dos votos, mais que o dobro do segundo colocado, Paulo Nunes, com 18%. Edmundo, Romário e Edilson completaram o top 5.
Houve ainda uma eleição dos mais odiados por parte dos próprios atletas, que relutaram no início, mas no fim toparam dar seus veredictos com a promessa de que o voto seria secreto. O vascaíno Edmundo foi o “campeão”, com 29 votos, seguido por Marcelinho, com 27. Argel e Vagner vieram na sequência, com apenas quatro.
Marcelinho, que era o atual Bola de Ouro da PLACAR, levou a eleição na esportiva. “É até bom. As torcidas me odeiam pelos gols que tenho feito contra meus adversários. É sinal de que sou temido. Eu tenho de corresponder aos torcedores do Corinthians e ser amado por eles”, disse o camisa 7, que sonhava em voltar a seleção para diminuir sua rejeição nacional.
