Estamos a poucos dias de uma das eleições mais decisivas da história do Brasil. Diante da proximidade das urnas, a arena política costuma despir-se de qualquer pudor, mas o espetáculo proporcionado por Luiz Inácio Lula da Silva e pela esquerda nesta reta final atingiu níveis inéditos de cinismo.
Incapazes de dialogar honestamente com o eleitorado cristão, os artífices do governismo recorreram a uma mistura perversa de ataques subterrâneos, manipulação religiosa, demagogia barata e flagrante desinformação!
O objetivo é transparente: tentar, a qualquer custo, capturar a Igreja e transformá-la em massa de manobra eleitoreira.
A tentativa de domesticar os evangélicos, contudo, esbarra em uma muralha de coerência que o lulismo jamais compreendeu.
Historicamente, Lula e seus correligionários nunca esconderam seu desdém e hostilidade pela cosmovisão cristã.
Ao longo dos anos, o petista não hesitou em proferir ofensas explícitas, acusando pastores de agirem como “fariseus”, dizendo que templos mentem em nome de Deus e rotulando as congregações como meros “comitês políticos partidários”.
O preconceito sempre esteve à flor da pele; a sede de votos, todavia, força-os a vestir uma roupagem de beatitude hipócrita a cada ciclo eleitoral.
Ocorre que a comunhão entre a fé cristã e a cartilha da esquerda revolucionária é uma impossibilidade ontológica. “Que comunhão pode haver entre a luz e as trevas?” (2 Co 6:14).
