A Organização dos Estados Americanos (OEA) começou a enviar autoridades de outros países ao Brasil para acompanhar a votação no primeiro turno da eleição, que acontece no domingo (4).
A missão é chefiada pelo ex-Secretário-Geral da OEA e ex-chanceler do Chile, José Miguel Insulza. O grupo de liderança também inclui o ex-chanceler paraguaio Eladio Loizaga, o ex-embaixador uruguaio Agustín Espinosa Lloveras e outras autoridades da organização americana.
Ao todo, serão mais de 90 observadores de 23 países diferentes atuando em mais de 20 estados brasileiros, além do Distrito Federal. Os especialistas analisarão a organização logística do processo eleitoral, a implementação de recursos tecnológicos e as atividades da justiça eleitoral. A missão também vai observar as campanhas, os veículos de mídia e índices de violência.
Durante a permanência no Brasil, integrantes da delegação da OEA se encontrarão com autoridades eleitorais e governamentais brasileiras, além de lideranças políticas e da sociedade civil.
A OEA começou a acompanhar as eleições brasileiras em 2018; esta será a quinta disputa observada pela organização. A atuação da missão é credenciada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e regulamentada pela Justiça Eleitoral. Segundo o TSE, o objetivo é garantir a imparcialidade da disputa e a transparência do processo eleitoral.
Ao fim da eleição, a missão apresenta um relatório avaliando as condições do pleito e com recomendações para fortalecer o processo eleitoral.
