O ministro Edson Fachin completa um ano à frente da presidência do Supremo Tribunal Federal, período marcado por decisões relevantes, tensões internas e desafios que, em grande parte, chegaram de forma inesperada.
Segundo o analista de política Teo Cury, o perfil de Fachin é apontado por muitos como adequado para o momento que o STF enfrenta atualmente.
“Ele é conhecido por ter um perfil de juiz, juiz raiz, apesar de ter feito carreira na advocacia. Bem reservado, avesso à participação em eventos públicos, a dar entrevistas”, afirmou o analista.
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No entanto, os contras na avaliação de quem atua no STF também foram mencionados: “Ele não ser um exímio articulador, a ponto de conseguir dar uma solução para essa crise que caiu no colo dele.”
Durante o Live CNN desta terça-feira (29), Teo Cury fez um balanço detalhado da gestão de Fachin, destacando oito principais marcos e polêmicas que passaram pelo presidente da Corte ao longo do último ano.
Inquérito das fake news
Um dos destaques mais recentes da gestão foi a decisão de Fachin de retirar o inquérito das fake news das mãos do ministro Alexandre de Moraes e assumir pessoalmente a relatoria do caso.
“Ele defendia o fim do inquérito das fake news e deu uma série de recados de que precisaria acabar”, explicou Cury.
