Ao mesmo tempo em que se articula de forma conjunta com outros clubes das Séries A e B do Campeonato Brasileiro para debater o veto às bets, o Santos trava uma briga contra o relógio na tentativa de minimizar os impactos na já delicada crise financeira.
Com o contrato de patrocínio com a Novibet, que ocupava o espaço máster da camisa, congelado, o clube se lançou ao mercado em busca de um novo acordo para a propriedade.
PLACAR apurou, contudo, que as primeiras investidas foram consideradas desanimadoras. Agrava ainda mais a situação o fato denão haver sequer previsão para quitar uma parte dos dois direitos de imagem em atraso dos atletas - a segunda parcela venceu no último dia 21.
Na última semana, o Santos conversou a Cimed - que já patrocina Palmeiras e Cruzeiro, além de ser uma das marcas envolvidas desde 2016 com a seleção brasileira -, mas ouviu da empresa do ramo farmacêutico que não há orçamento de marketing previsto para investir este ano na maior propriedade do uniforme. Nem mesmo para acordos pontuais.
A ideia de usar do bom relacionamento de Neymar pai com gestores da Cimed para fechar um patrocínio pontual não prosperou, assim como a consulta a outras empresas, uma delas do mesmo ramo e a outra uma fabricante de carros elétricos.
Recentemente, a Cimed também respondeu negativamente a uma oferta do Fluminense, que perdeu outra casa de apostas, a Superbet, para acordo pontual visando as semifinais da Libertadores.
