A bióloga e professora da UFRJ Tatiana Sampaio, responsável pela pesquisa da polilaminina, manifestou apoio a Lula associando sua posição à valorização da ciência. A declaração repercutiu porque o estudo clínico da substância passou por quase três anos de análise, pedidos de informações e validações na Anvisa antes de ter sua primeira fase autorizada, em janeiro de 2026. Em outubro de 2025, a própria pesquisadora afirmou que sua equipe estava havia três anos tentando obter a autorização regulatória.
A pesquisa ganhou novo impulso depois de Tatiana conversar com Lula em outubro de 2025. Na ocasião, o presidente pediu que ela procurasse o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, para tratar do processo na Anvisa. Dias depois, Padilha anunciou “prioridade máxima” à análise. Após a autorização, Tatiana declarou ao jornal da AdUFRJ que o apoio de Lula havia sido “fundamental”, embora os registros não permitam concluir que a conversa, sozinha, tenha provocado a liberação.
Outro ponto usado nas críticas é o reconhecimento público dado a outras personalidades. A Marie Claire, uma revista privada e não ligada ao governo, escolheu a deputada Erika Hilton como uma das Mulheres do Ano de 2025.
