Uma ex-aluna da Universidade Cornell entrou com uma ação judicial neste mês alegando ter sido drogada e estuprada coletivamente dentro de uma casa de fraternidade em 2024; a nova repercussão do caso levou os promotores a reabrirem a investigação.
O processo, com 101 páginas, detalha alegações perturbadoras sobre o que a mulher, identificada como Jane Doe, afirma ter ocorrido na casa da fraternidade Chi Phi na noite de 19 de outubro de 2024, bem como sobre a forma como a universidade e os promotores locais de Ithaca, Nova York, conduziram o caso.
Doe acusa sete membros da fraternidade de participarem da agressão em um momento em que ela não tinha condições de consentir.
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A Promotoria do Condado de Tompkins informou na segunda-feira (28) que reabriu o caso para buscar uma análise por um grande júri, após ter sido “solicitada pela comunidade a reavaliar a decisão de apresentar ou não denúncias criminais contra os sete membros da fraternidade”.
O promotor do condado, Matthew Van Houten, declarou que nenhuma acusação criminal foi apresentada inicialmente porque Doe não havia relatado à polícia, em 2024, as mesmas alegações fundamentais descritas na nova ação judicial.
