Durante muitos anos ouvi produtores estrangeiros falarem do Brasil como um mercado de enorme potencial. População grande, consumo per capita ainda baixo e uma cultura de vinho que começava a crescer. O discurso quase sempre terminava da mesma forma: o Brasil era o mercado do futuro. Depois de tantos anos ouvindo isso, talvez esteja na hora de mudar a pergunta: esse futuro finalmente chegou?
ProWine mostra que Brasil pode ter deixado de ser só o país do futuro para o vinho
