A proximidade das eleições brasileiras costuma colocar a Petrobras no centro das discussões sobre risco político, e o atual ciclo eleitoral não é diferente. Mas, para o BTG Pactual (do mesmo grupo controlador da EXAME), uma eventual pressão sobre as ações da estatal não necessariamente virá acompanhada de uma deterioração dos fundamentos da companhia.
Petrobras pode cair na eleição, mas dividendo de 14% deve segurar a ação, diz BTG
