Durante quase uma década, a empresa gaúcha Dobra ficou conhecida por vender carteiras que pareciam feitas de papel. O material, na verdade, era Tyvek, uma fibra resistente à água e a rasgos. Em 2019, quando a EXAME contou a história da companhia, o negócio faturava R$ 2,5 milhões por ano, vendia aproximadamente 6.000 itens por mês e tinha um cachorro da raça pug ocupando simbolicamente o posto de CEO.
Com IA, marca que fazia R$ 2,5 mi com carteiras de papel renasce como laboratório de tecnologia
