A crise institucional instalada no Supremo Tribunal Federal (STF) está prestes a completar um mês produzindo desgastes internos em várias frentes. Agora, ela também corre o risco de ter impactos no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), na reta final do primeiro turno.
A ala alinhada ao ministro André Mendonça chegou a procurar o presidente do STF, Edson Fachin, nesta segunda-feira (28) para questionar ações de aliados do ministro Alexandre de Moraes que, na avaliação desses integrantes da Corte, tentam arrastar o Tribunal Eleitoral para a crise.
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Nessas conversas, ministros pediram que Fachin acelere o julgamento no plenário da decisão do ministro Flávio Dino que derrubou a ordem de Mendonça, tomada no TSE, para que plataformas excluíssem postagens sobre a discussão em torno do título de padroeira de Nossa Senhora Aparecida.
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O grupo de Mendonça espera que a decisão possa ser levada ao plenário já nas sessões desta semana, quarta-feira (30) ou quinta-feira (1), e avaliam ter seis votos para restabelecer a retirada dos posts como determinado pelo TSE.
A ala aposta no apoio de Fachin e Cármen Lúcia. Em outra frente, aliados de Moraes indicam que uma discussão na véspera da eleição pode expor ainda mais o tribunal e acirrar a erosão interna na cúpula do Judiciário.
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