A segunda fase da Operação Espectro prendeu, nesta segunda-feira (28), no Rio de Janeiro, um dos investigados apontado como líder de um grupo criminoso suspeito de associação criminosa, falsidade documental e lavagem de valores provenientes de fraudes tributárias. A ação foi deflagrada pelo Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS), por meio da Promotoria de Justiça Especializada Criminal de Porto Alegre - Combate aos Crimes contra a Ordem Tributária.
Além da prisão, foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão nos dois estados. As medidas ocorrem a partir de elementos que indicam o descumprimento de ordens judiciais e possível prática de novos delitos. A nova fase também apura o uso de meios digitais e da internet para divulgar atividades profissionais suspensas por decisão da justiça.
A investigação aponta indícios de fraudes em documentos que aparentavam autenticidade e credibilidade de atividades profissionais.
Durante a primeira fase da Operação Espectro, deflagrada em março de 2025, houve cumprimento de mandados de busca e apreensão no Rio Grande do Sul e no Rio de Janeiro, além de prisão preventiva e bloqueio de bens em valor superior a R$ 34 milhões.
