A Dívida Pública Federal fechou agosto em R$ 9,29 trilhões, alta de 0,04%, ou de R$ 3,95 bilhões, ante julho.
No acumulado de 2026, a dívida subiu 7,62%, ou R$ 657,64 bilhões. Leia a íntegra (PDF - 1 MB) do Relatório Mensal da Dívida, divulgado nesta 2ª feira (28.set.2026) pela Secretaria do Tesouro Nacional, do Ministério da Fazenda.
Segundo o Tesouro, o Estado resgatou mais títulos do que emitiu no mês. Mas a apropriação de juros ao estoque foi maior que o resgate líquido:
emissões brutas - R$ 211,62 bilhões;
resgates - R$ 296,05 bilhões;
resgate líquido - R$ 84,43 bilhões;
juros apropriados - R$ 88,39 bilhões (R$ 79,66 bilhões na dívida interna e R$ 8,73 bilhões na externa).
TÍTULOS
O Tesouro pagou R$ 290,13 bilhões em títulos indexados ao IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo). As emissões nessa modalidade somaram R$ 21,85 bilhões. O resultado foi um resgate líquido de R$ 268,28 bilhões.
O vencimento se concentrou na 3ª semana de agosto, segundo o Tesouro.
Nas demais modalidades da dívida interna, o fluxo líquido foi positivo:
taxa flutuante (Selic) - emissões de R$ 105,51 bilhões e resgates de R$ 4,80 bilhões, saldo de R$ 100,72 bilhões;
prefixados - emissões de R$ 84,05 bilhões e resgates de R$ 423,60 milhões, saldo de R$ 83,63 bilhões.
No total, a dívida interna teve resgate líquido de R$ 83,90 bilhões. A externa, de R$ 532,99 milhões.
