Antes, durante e depois da Copa do Mundo, a mesma dor de cabeça: o técnico Carlo Ancelotti não encontra alternativas para escassez de armadores no meio-campo da Seleção Brasileira.
Na terça-feira (29), o Brasil enfrentará novamente a Austrália, dessa vez em Brisbane, no segundo amistoso da equipe nesta data Fifa.
Na sexta-feira passada, a Seleção saiu com um empate decepcionante em 1 a 1 contra os ‘Socceroos’, em seu primeiro jogo após a Copa do Mundo de 2026, disputado em Townsville.
O time brasileiro não conseguiu assumir o controle do meio-campo, e um gol de Rayan nos instantes finais, após uma cobrança de escanteio, evitou a derrota.
Ancelotti adiantou que haverá mudanças, embora tenha deixado claro que mantém a mesma ideia: dar espaço a jogadores jovens como Estêvão, Endrick e o próprio Rayan no processo de renovação visando a Copa América de 2028 e a Copa do Mundo de 2030.
“As críticas ao meu trabalho sempre existiram e vão existir. Não afeta a ideia que tenho para esta seleção e estes jogadores”, disse o treinador italiano em entrevista coletiva nesta segunda-feira (28).
Desequilíbrio
O Brasil jogou na sexta-feira com dois meio-campistas de origem, Bruno Guimarães e Danilo, atrás de Estêvão, Raphinha, Vinícius Júnior e Endrick.
A equipe se dividiu em duas, com o quarteto de ataque isolado, aguardando lançamentos longos para tentar surpreender.
