Lembro bem do dia em que isso ficou claro para mim. Eu havia terminado uma semana intensa, daquelas em que você faz mil coisas, fala com meio mundo, resolve problemas, apaga incêndios, e mesmo assim termina com a sensação de que não fez nada. No sábado de manhã, eu acordei cansado, peguei o celular quase no automático e vi uma lista de mensagens que parecia não ter fim. E aí veio um pensamento incômodo: não estava sem tempo; estava sem controle.
O dia em que eu parei de aceitar tudo
