Na reta final da campanha, os presidenciáveis intensificaram uma batalha no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e também no Supremo Tribunal Federal (STF) contra adversários.
A maioria dos embates tem sido travada no TSE, que recebeu ao menos 450 ações envolvendo candidatos ao Palácio do Planalto.
Grande parte dos pedidos envolve questionamentos sobre posicionamentos ou ataques dos adversários, seja em vídeos com utilização de inteligência artificial, propaganda, jingles e até declarações em entrevistas.
Guia do eleitor: Qual a ordem de votação na urna?
Esses casos configuram, segundo as campanhas, propaganda antecipada e irregular e propaganda negativa, ações que são vetadas pela Justiça Eleitoral.
🔎As eleições acontecem nos dias 4 de outubro (primeiro turno) e 25 de outubro (se houver segundo turno), das 8h às 17h (horário de Brasília). O voto é obrigatório para pessoas com idades entre 18 e 69 anos e facultativo para jovens de 16 e 17 anos e idosos com 70 anos ou mais.
A campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à reeleição entrou no TSE com pelo menos 256 ações contra os adversários, enquanto foi alvo de 198 questionamentos. A maioria dos pedidos de Lula foram contra a campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL).
O candidato do PL entrou com 93 ações contra o adversário do PT, 73% das ações.
Reta final das eleições tem 'guerra jurídica' entre presidenciáveis; TSE já recebeu ao menos 450 ações
