As pessoas que vivem perto das praias arenosas do litoral mais ao sul do Texas estão acostumadas ao estrondo ensurdecedor do foguete mais potente já construído: desde 2023, vários protótipos da Starship, da SpaceX, decolaram da região 13 vezes, e quase metade desses voos terminou em algum tipo de explosão acidental.
Mas a situação está prestes a ficar ainda mais crítica.
Na segunda-feira, a SpaceX tentará lançar a Starship à órbita pela primeira vez, permitindo o lançamento do primeiro lote de uma nova geração de satélites de internet Starlink.
O lançamento está previsto para ocorrer durante uma janela de 75 minutos que se abrirá às 9h15 (horário de Brasília).
Se bem-sucedido, o voo de teste de segunda-feira poderá representar um passo monumental, indicando que a Starship poderá em breve sair da fase de testes e entrar em operação plena.
À medida que a Starship ultrapassa esse limite, espera-se que os efeitos em cadeia para a indústria espacial em geral sejam sísmicos.
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A Starship está programada para implantar uma série de novas tecnologias espaciais, incluindo os satélites Starlink atualizados, projetados para aumentar a capacidade dos negócios globais de internet da SpaceX, e centros de dados orbitais que o CEO Elon Musk espera que alimentem modelos de IA que consomem muita energia.
