A inteligência artificial (IA) pode ser usada como ferramenta de apoio para várias atividades e setores, inclusive o de investimento financeiros. Resumo de relatórios, organização de gastos, comparação de investimentos e simulações são alguns exemplos de uso.
Contudo, isso não significa que a tecnologia consegue prever o mercado ou eliminar a possibilidade de perdas, ou que substitua analistas profissionais. Também é importante diferenciar duas formas de relação entre inteligência artificial e investimentos.
Uma delas é usar IA para investir, seja na análise de ativos, na organização financeira ou na automação de uma carteira. A outra é investir na própria indústria de IA, por meio de ações, Brazilian Depositary Receipts (BDRs), fundos ou ETFs ligados ao setor.
Como funciona o investimento com a ajuda da IA?
Investir com IA significa utilizar algoritmos ou modelos de linguagem para organizar dados, explicar conceitos, simular cenários, filtrar ativos, acompanhar uma carteira ou executar uma estratégia previamente definida.
Assistentes generalistas, como ChatGPT, Gemini e Claude, podem ajudar a resumir documentos, estruturar análises e comparar alternativas.
Já agentes de plataformas financeiras especializadas podem sugerir carteiras e, em determinadas modalidades, realizar tarefas complexas como aplicações e rebalanceamento do portfólio automaticamente.
