Kraton.
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Jeffrey Deaver, um lenhador aposentado de 58 anos do estado de Washington, toma kratom há quatro anos para atenuar dores crônicas severas no quadril e no joelho.
Ele descobriu o produto fitoterápico quando não conseguiu alívio com os médicos e enquanto aguardava cirurgias. Assustado a princípio, ele "começou com uma dose baixa", mas depois aumentou a dosagem até que sua dor desaparecesse.
"Foi como um milagre", disse Deaver. "Eu consegui dormir. Eu consegui funcionar."
"Eu simplesmente não sei o que faria sem isso."
O kratom, uma erva com efeitos semelhantes aos dos opioides, tem ganhado popularidade nos EUA na última década e geralmente é comprado sem receita médica e consumido em forma de comprimido ou líquido.
Esta semana, investigadores encontraram embalagens de kratom em posse de dois estudantes da Universidade do Mississippi que morreram. Embora as mortes não tenham sido atribuídas ao kratom, as autoridades estão agora emitindo alertas sobre o seu consumo.
Durante anos, os opositores do kratom têm pressionado por sua proibição, e em alguns países, como o Reino Unido, ele é ilegal. Mas o kratom não é regulamentado pela Administração de Alimentos e Medicamentos dos EUA (FDA) e é legal em alguns estados, incluindo o Mississippi.
No Brasil, a substância também não é regulamentada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Uma nota técnica de 2023 recomendou incluir o kratom na lista de plantas proibidas.
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