Na última sexta-feira, 25, presidente Lula assinou Medida Provisória que encerra as operações de bets no Brasil. Segundo o jornal argentino Olé, o decreto é um “golpe paara o futebol brasileiro”, ao lembrar que ele incide sobre um país no qual “16 das 20 equipes da Série A têm uma empresa de apostas como patrocinadora principal.”
“O Grêmio havia, inclusive, assinado um contrato de patrocínio com uma delas apenas 48 horas antes“, ressalta a publicação, que também destacou o o investimento das bets no futebol nacional.
Em 2026, os patrocínios de bets em clubes chega a US$ 162 milhões (R$ 840 milhões), valor que, em 2027, poderia ultrapassar a casa do bilhão.
Apesar do cenário apocalíptico projetado por clubes brasileiros em manifesto, o Olé também destaca que 75% dos brasileiros apoiam a proibição total.
O mecanismo de como a proibição entra em vigor também foi esmiuçado: o presidente Lula deve ainda enviar ao Congresso um projeto de lei que estabelece penas para quem explorar, operar ou divulgar as conhecidas bets. Para se tornarem leis definitivamente precisam ser votadas em até 120 dias na Câmara dos Deputados e no Senado Federal.
Ao final, o jornal questiona: “O que acontecerá com as equipes estrangeiras que tiverem que jogar no Brasil e cujos uniformes estamparem uma dessas empresas?
