O inverno cripto, período marcado pela desvalorização das criptomoedas e pela redução da atividade no mercado, também amplia os riscos para empresas e corretoras que atuam nesse segmento.
Segundo dados da BlockVerify, 211 empresas teriam falido em 2020, 287 em 2022 e 301 só até setembro de 2026.
“Nos anos de verão cripto também tem quebras de empresas, mas em um patamar menor”, afirma Bernardo Pascowitch, apresentador do Resenha do Dinheiro.
Para ele, a escolha da corretora deve receber atenção especial durante os períodos de baixa, já que a falência de uma plataforma compromete o acesso dos clientes aos recursos mantidos nela.
Ao contrário de investimentos cobertos pelo FGC (Fundo Garantidor de Créditos), os criptoativos mantidos em exchanges não contam com essa garantia.
Além disso, a recuperação dos recursos em caso de falência pode depender da jurisdição da empresa, dos contratos firmados com os clientes e da natureza dos ativos.
Thiago Godoy, educador financeiro, ressalta que o tempo de atuação e a solidez da empresa são aspectos que devem ser considerados pelo investidor.
“Escolha uma corretora que seja sólida. Existem muitas no mercado e que estão crescendo cada vez mais, o que é positivo porque tem mais diversificação e fortalece o mercado cripto.
