O candidato à Presidência pelo PL, Flávio Bolsonaro (RJ), pediu a prisão preventiva de George Marques, coordenador-geral de Estratégia e Informação da Secretaria de Comunicação Social (Secom) da Presidência da República, por ter compartilhado uma publicação que orientava internautas a continuar difundindo a falsa associação do senador a uma suposta tentativa de retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de Padroeira do Brasil.
Em notícia-crime apresentada ao Ministério Público Eleitoral (MPE), a defesa também requer busca e apreensão do celular e do computador do servidor, além da preservação de seus registros nas redes sociais.
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A nova ofensiva jurídica ocorreu depois de o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinar a retirada de publicações sobre o tema. O ministro André Mendonça reconheceu como “notoriamente inverídico” o núcleo da narrativa segundo a qual Flávio ou sua família teria proposto, articulado, apoiado ou pretendido retirar de Nossa Senhora Aparecida a condição de Padroeira do Brasil.
A controvérsia surgiu a partir do resgate do Projeto de Lei 2.623/2007, apresentado por outro parlamentar quando Flávio sequer integrava o Congresso Nacional. A proposta pretendia alterar a legislação referente ao feriado de 12 de outubro, mas foi arquivada pela Câmara em agosto de 2008. A GloboNews, depois de abordar o assunto em sua programação, corrigiu a informação e pediu desculpas.
