A campanha de Flávio Bolsonaro (PL) pretende escalar um padre como porta-voz de um direito de resposta contra perfis que divulgaram o boato de que ele planejava retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de Padroeira do Brasil.
Segundo apurou a coluna, a equipe de marketing do senador já preparou um texto para servir de base ao religioso na gravação. A ideia é que o padre reforce que questões de fé não devem ser utilizadas como instrumento político para enganar os eleitores.
A estratégia busca responder ao conteúdo que atribuiu a Flávio a intenção de retirar o título de Padroeira do Brasil de Nossa Senhora Aparecida, afirmação que a campanha sustenta ser falsa, embora um ex-assessor de Jair Bolsonaro já tenha proposto isso.
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O boato ganhou tração após a jornalista Maria Cristina Fernandes, do jornal Valor Econômico, apontar na GloboNews “um movimento na Igreja Católica de reação a uma parcela de evangélicos” que estaria tentando destituir Aparecida da condição de padroeira.
Horas após a declaração da jornalista, a GloboNews fez uma retratação. De acordo com a emissora, a informação dada por Maria Cristina se baseava em um projeto de lei que, na verdade, foi arquivado há quase 20 anos na Câmara dos Deputados.
