O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) barrou ao menos dois pedidos de grupos internacionais para acompanhar as eleições de 2026 no Brasil como missão internacional de observação eleitoral.
Um deles foi o da organização “Transparencia Electoral“. Sediada em Buenos Aires, na Argentina, a entidade diz que sua atuação é dedicada a promover integridade em eleições na América Latina.
3 imagens
Fechar modal.
1 de 3
2 de 3
3 de 3
A outra organização que teve seu pedido de observação eleitoral no Brasil negado pelo TSE foi o grupo espanhol chamado de “Eurolat Global Democracy Forum“, sediado na Espanha.
De acordo com fontes da Justiça Eleitoral, o TSE entende que, para ter o pedido aprovado, as “missões de observação” devem estar vinculadas a instituições reconhecidas, como universidades, centros de pesquisa etc.
Bets: AGU pedirá ressarcimento por gastos do SUS e do INSS com viciados
Igor Gadelha
Flávio liga alerta com pedido de Lula a Dino sobre interferência externa
Os observadores aprovados pelo TSE
Ao todo, oito entidades tiveram o pedido aprovado. Entre elas, estão a Organização dos Estados Americanos (OEA), o Parlamento do Mercosul (Parlasul), a União Europeia e a Liga dos Estados Àrabes.
Completam ainda a lista a Rede dos Órgãos Jurisdicionais e de Administração Eleitoral dos Países de Língua Portuguesa (Roaje-CPLP) e a União Interamericana de Organismos Eleitorais (Uniore).
