O CEO do YouTube, Neal Mohan, rejeitou a ideia de aderir ao acordo multiestadual da Meta sobre segurança infantil, afirmando que a plataforma de vídeos já possui medidas em vigor para proteger os usuários jovens.
“Investimos em garantir a segurança dos jovens em nossa plataforma… há muito tempo”, disse Mohan à CNN. “O que vocês podem esperar do YouTube é que continuemos a nos concentrar nessas questões”.
A Meta concordou com o acordo histórico de 18 bilhões de dólares para resolver as reivindicações de vários estados que alegavam que ela projetou plataformas viciantes que contribuíram para uma crise de saúde mental entre os jovens.
A Meta tem pressionado rivais como o YouTube e o TikTok a fazerem mudanças semelhantes às previstas em seu acordo, incluindo a introdução de limites de tempo e a remoção da contagem de “curtidas” para usuários adolescentes, além da supervisão de terceiros para suas práticas de segurança.
Os comentários de Mohan foram feitos durante uma reunião com jornalistas no evento anual Made on YouTube, da plataforma pertencente ao Google, na quarta-feira. No evento, a empresa anunciou atualizações sobre como criadores e espectadores podem usar a plataforma, incluindo novas ferramentas de IA e recursos de mensagens.
