Por ser um pet comum e até considerado como um integrante da família, a frase “o cachorro é o melhor amigo do homem” se encaixa em diversos contextos. Um dos mais conhecidos é a história de Hachikō, um cão da raça Akita-inu que esperava pelo dono todos os dias do lado de fora de uma estação de trem no Japão, mesmo após sua morte.
Fiel companheiro do professor Hidesaburō Ueno, da Universidade Imperial de Tóquio, Hachiko nasceu em 1923 na província de Akita, a cerca de 600 quilômetros da cidade de Shibuya. Na mesma época, Ueno procurava um cão japonês de raça pura para si. Por coincidência, um de seus alunos trabalhava em Akita e adquiriu o cão em nome do professor.
Ele nutriu um carinho especial pelo cachorro, permitindo que ele dormisse debaixo de sua cama e até comesse com ele. Já o nome “Hachi” veio de um movimento que o animal fazia quando ficava de pé: suas patas dianteiras formavam o caractere 八, que significa “oito” e é pronunciado hachi em japonês (Hachikō é uma variação carinhosa do nome original do cão).
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Ao longo da rotina, recebendo cuidados de Ueno e da esposa Yae, Hachi cresceu forte e saudável. Ele começou a acompanhar Ueno no trajeto para o trabalho, até a estação de Shibuya, e o esperava lá até retornar.
