Diante de uma parada cardíaca, o tempo é vida. Quanto mais rápido o socorro à vítima for prestado, maiores são as chances de sobrevivência e menores os riscos de sequelas neurológicas. É o que mostra o novo episódio do “CNN Sinais Vitais - Dr. Kalil Entrevista“, que será exibido neste sábado (26).
Ao lado do Dr. Roberto Kalil, os especialistas Sérgio Timerman, diretor do Centro de Parada Cardíaca, do Time de Resposta Rápida e de Ciência da Ressuscitação do InCor do HC-FMUSP, e Camila Lunardi, médica emergencista e presidente da ABRAMEDE (Associação Brasileira de Medicina de Emergência), explicam como funciona a “cadeia de sobrevivência“, conjunto de etapas que devem ser seguidas no atendimento a uma pessoa em parada cardíaca para garantir a sobrevida do paciente.
De acordo com os especialistas, a cadeia inclui manobras de ressuscitação, como a massagem cardíaca, que são essenciais para manter a circulação sanguínea enquanto o coração está parado. Essas manobras, inclusive, podem e devem ser realizadas por leigos enquanto o socorro especializado não chega ao local da emergência.
Por isso, os especialistas defendem que toda a população seja treinada para realizar o atendimento a uma pessoa em parada cardíaca. De acordo com os médicos, as chances de uma pessoa sobreviver ao problema são de apenas 15% fora do ambiente hospitalar.
