A Suprema Corte dos Estados Unidos autorizou nesta sexta-feira (25/9) a retomada de uma versão ampliada do sistema federal usado para verificar a cidadania de pessoas registradas para votar.
A decisão permite que autoridades estaduais voltem a cruzar listas de eleitores com dados federais, incluindo números do Seguro Social, para identificar possíveis não cidadãos nos cadastros eleitorais.
A medida atende a um pedido do Departamento de Justiça para suspender, enquanto o processo continua, uma decisão de uma juíza federal que havia bloqueado o uso da versão modificada do banco de dados. O caso envolve o SAVE (Systematic Alien Verification for Entitlements), administrado pelo Departamento de Segurança Interna (DHS).
A autorização ocorre pouco mais de um mês antes das eleições de meio de mandato, marcadas para novembro, quando estarão em disputa as cadeiras do Congresso americano. O governo de Donald Trump tem defendido a ampliação da participação federal na checagem dos cadastros eleitorais, embora a organização e a condução das eleições sejam responsabilidades principalmente dos estados.
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Como funciona o sistema
O SAVE foi criado para que autoridades verificassem a cidadania e o status migratório de pessoas que solicitam benefícios ou passam por determinados procedimentos governamentais.
Em 2025, o governo Trump modificou o funcionamento do sistema.
