O Manchester City foi declarado culpado em 114 das 115 acusações relacionadas à violações financeiras na Premier League. Segundo o portal The Athletic, braço esportivo do The New York Times, as possíveis sanções ainda não foram definidas e o clube pode recorrer.
Um porta-voz do City, em contato com o jornal, afirmou que: “O processo da Premier League continua em andamento, com partes importantes ainda a serem concluídas, além de estar sujeito a rígidas regras de confidencialidade. Dessa forma, a posição do Manchester City FC permanece a mesma apresentada pelo clube em seu comunicado de fevereiro de 2023″.
O comunicado emitido em 2023 foi uma defesa do clube em meio à investigação, dizendo estar “surpreso” com as acusações. O processo foi iniciado em 2018, quando o jornal alemão Der Spiegel publicou documentos financeiros vazados do clube. As irregularidades teriam acontecido entre 2009 e 2018.
A Premier League acusou o City de não fornecer informações financeiras precisas e detalhes sobre pagamentos a jogadores e treinadores, além de violações das regras de fair play financeiro (FFP) da UEFA e das próprias regras da liga sobre lucratividade e sustentabilidade financeira (PSR). O clube nega as acusações.
Em fevereiro de 2020, a UEFA puniu os Citizens com uma suspensão de dois anos de suas competições e uma multa de € 30 milhões (aproximadamente R$ 178 milhões), após os vazamentos do Der Spiegel.
