Um estudo do instituto de pesquisa INI/Fiocruz, publicado nesta quinta-feira, 24, apontou cobertura preventiva em 90,8% dos dias para participantes que usaram cabotegravir injetável como PrEP, ante 35,5% com a PrEP oral. A pesquisa acompanhou 1.201 pessoas em seis capitais e registrou três infecções por HIV no grupo injetável e 18 no oral.
Adesão à PrEP injetável cresce, enquanto HIV tem menor incidência, diz Fiocruz
