Desde que Galileu Galilei apontou sua luneta para o céu, a astronomia nunca mais foi a mesma. Foi como abrir a janela da humanidade para o Universo. De lá para cá, nossos telescópios cresceram, ficaram mais precisos e passaram a revelar mundos cada vez mais distantes. E agora estamos diante de uma nova geração de gigantes.
No Programa Olhar Espacial desta sexta-feira (25), vamos conhecer o Telescópio Gigante de Magalhães (GMT), em construção no deserto do Atacama, no Chile, que contará com sete espelhos primários de 8,4 metros de diâmetro cada, formando uma superfície coletora equivalente a um único espelho de 25,4 metros.
Com uma estrutura desse porte, o GMT deverá ampliar significativamente nossa capacidade de observar o cosmos e investigar algumas das grandes questões da astronomia. A expectativa é que ele seja até 200 vezes mais poderoso que os melhores telescópios atuais, permitindo explorar o Universo com um nível de detalhe sem precedentes.
O consórcio internacional do projeto conta com participação brasileira, liderada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP).
