Na mesma semana, duas propostas chegaram à mesa de um mesmo diretor. A primeira veio do fornecedor do ERP que a empresa usa há quinze anos: uma família de agentes de IA embutidos no sistema, ativáveis quase com um clique, cobrados por consumo. A segunda veio de uma startup que faz uma coisa só: um agente de cobrança que resolve casos de ponta a ponta e cobra por resultado. As duas vendem o mesmo personagem, o colega que não almoça, não tira férias e não aparece na folha. A diferença está em quem o fornece.
Agentes de IA: SAP e Salesforce contra os especialistas
