A PGFN (Procuradoria Geral da Fazenda Nacional) notificou o Corinthians pelo atraso de 3 parcelas de uma transação tributária com a União. O clube deixou de pagar R$ 20,494 milhões referentes aos vencimentos de junho, julho e agosto e pode perder o acordo que reduziu a dívida tributária de R$ 1,2 bilhão para R$ 679 milhões, informou o Globo Esporte na 5ª feira (25.set.2026).
A gestão de Osmar Stabile havia pago as 4 primeiras parcelas, entre fevereiro e maio. O contrato estabelece a possibilidade de rescisão em caso de “falta de pagamento de 3 parcelas consecutivas ou alternadas”. Por isso, a PGFN notificou o clube para regularizar a situação sob pena de encerramento da transação.
Se o acordo for rescindido, a dívida original será restabelecida, com desconto apenas dos valores já pagos. O Corinthians também ficará impedido de firmar uma nova transação tributária com a União por 2 anos, inclusive para débitos diferentes dos incluídos no acordo atual.
Valores em atraso
Dos R$ 20,494 milhões pendentes, R$ 14,489 milhões correspondem a débitos não previdenciários. As 3 parcelas em aberto são de R$ 4.829.616,18 cada, dentro de um acordo dividido em 120 prestações.
Outros R$ 6,006 milhões são referentes a débitos previdenciários. Cada parcela é de R$ 2.001.982,48, em um contrato de 60 prestações. Os valores são corrigidos pela taxa Selic.
A próxima parcela vence em 30 de setembro.
