Uma “escola modelo” em São Lourenço, no Sul de Minas Gerais, aposta no café especial de graça para conquistar clientes. É assim que o empresário e produtor Luiz Paulo Dias Pereira Filho gosta de classificar a loja que criou - e verticalizou - como um laboratório da opinião pública para sua produção. No espaço, visitantes podem experimentar a bebida sem limite de quantidade ou variedade.
A estratégia é estimular a compra de cafés para levar para casa e ampliar o público desses produtos, conta o cafeicultor. A novidade é que o modelo será replicado até o final do ano na capital São Paulo, antecipa à CNN Agro.
“A nossa ida para São Paulo é para levar esse modelo à nossa primeira capital. Queremos abrir outras lojas no Brasil e trazer um modelo inovador para essa cultura tão gostosa que é a cultura do café.”
A iniciativa apresenta aos consumidores cafés produzidos em pequenos lotes, conhecidos no setor como micro e nanolotes. Segundo ele, o espaço recebe dezenas de pessoas por dia.
“A ideia dessa escola modelo é que a pessoa aprenda sobre café: a granulometria, quantos gramas usar e, principalmente, como preparar. Muitas vezes, as pessoas perguntam: ‘Se eu comprar esse café, será que na minha casa vai ficar igual?’. Vamos dar a elas a oportunidade de fazer também. A pessoa vai sair de lá fazendo o próprio café”, diz o cafeicultor.
“A pessoa vai poder provar todos os tipos de café disponíveis na loja, do mais simples ao mais caro.
