A Meta lançou em 8 de setembro o Muse, o 1º agente de IA pessoal da big tech. O aplicativo teve alta adoção nos Estados Unidos -único país onde está disponível. Somou mais de 2,5 milhões de downloads desde o seu lançamento.
A rápida adoção do agente autônomo impulsionou as ações da Meta. De 8 a 23 de setembro, as ações da empresa foram de US$ 613,48 para US$ 771,96 na Nasdaq. Representa alta de 25,8% em 16 dias. Na 5ª feira (24.set.2026), a empresa estava avaliada em US$ 1,97 trilhão.
Segundo a Meta, o Muse é um “agente de IA pessoal seguro e privado que ajuda de forma proativa os objetivos das pessoas e sugere ideias”.
A ferramenta é uma estrutura em nuvem que roda dentro de máquinas virtuais, controla o navegador e usa ferramentas da máquina virtual para executar funções solicitadas. O Muse se conecta com aplicativos e serviços dos usuários como e-mails e calendários.
O chatbot terá um endereço de e-mail próprio, mas a data de lançamento da funcionalidade ainda não foi divulgada. Ele é alimentado pelo Muse Spark, o modelo de IA multimodal da Meta, lançado em 8 de abril de 2026.
O agente de IA marca a entrada da Meta no mercado de chatbots, competindo com o Hermes, da Nous Research, o OpenClaw, da OpenClaw Foundation, o Grok Bot, da SpaceXAI, o ChatGPT Work, da OpenAI e o Claude Cowork, da Anthropic.
Segundo a Meta, não há estimativa para a chegada do Muse no Brasil.
