A defesa jurídica da campanha presidencial de Flávio Bolsonaro (PL) acusou nesta quinta-feira (24) a equipe do Partido dos Trabalhadores, partido do concorrente e atual presidente, Luiz Inácio Lula da Silva, de direcionar e “escolher” previamente o relator de investigações contra o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Em petição direcionada ao presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), ministro Edson Fachin, a defesa de Flávio afirma que as ações do PT e de aliados não submetem uma notícia-crime à distribuição regular, por exemplo.
Na avaliação da campanha de Flávio, protocolam a questão dentro de um processo já existente com relator já determinado - segundo a campanha de Flávio, especialmente Flávio Dino, indicado por Lula ao Supremo.
De acordo com a equipe de Flávio, ao menos seis ações protocoladas pelo PT teriam tido essa dinâmica. Por isso, pede a suspensão dos procedimentos criminais em decorrência desses protocolos e dos efeitos desses atos.
Isso inclui as apurações relacionadas ao financiamento do filme Dark Horse, para o qual Flávio pediu patrocínio ao ex-banqueiro do Master, Daniel Vorcaro, e o pedido de investigação sobre possível interferência estrangeira nas eleições para favorecer Flávio.
“Isso precisa parar. Respeitosamente, a escolha do Relator pelo próprio Requerente não é mera irregularidade procedimental. É desvirtuamento da jurisdição. É instrumentalização da Justiça.
