Uma pequena imagem de Avalokiteshvara, um ser iluminado da religião budista, foi arrematada por US$ 2,06 milhões em leilão da Sotheby’s, em Nova York.
Alguns anos antes, a mesma obra de arte de origem imperial chinesa estava acumulando pó na casa de uma mulher americana, que pagou menos de US$ 100 por ela.
Ele começou garimpando com um trator no Alasca e acabou desenterrando a maior pepita de ouro do estado, um achado de 294 onças troy que mudou sua vida
Cruz de 102 metros começa a ser erguida e terá altura equivalente a um prédio de 30 andares e três vezes o tamanho do Cristo Redentor
Divindade da fortuna?
Há duas décadas, uma escultura em bronze de uma divindade budista foi colocada à venda em um bazar de garagem no estado de Missouri, Estados Unidos, por cerca de US$ 75. Sua compradora a manteve em casa por vinte anos, até decidir levá-la para apreciação.
Ela foi escolhida para participar do ‘Antiques Roadshow’, um programa do canal PBS no qual um especialista em arte e artefatos históricos avalia ao vivo o valor de objetos trazidos por convidados. Lá, a obra foi precificada entre US$ 100 mil e US$ 125 mil.
Anos depois, a escultura foi anunciada como parte do leilão de arte chinesa da sociedade de vendas Sotheby’s, que intermedia aquisições de arte, vinhos e imóveis de luxo.
A construção em bronze representa uma das figuras divinas mais populares no budismo. Guanyin ou Avalokiteshvara, em uma de suas formas mais raras.
