O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, discursou nesta quinta-feira (24) na Assembleia Geral da ONU. Antes da fala, delegações de diversos países, incluindo a do Brasil, se retiraram do plenário.
“Se há mais covardes morais que ainda não saíram desse salão, por favor, façam isso agora”, rebateu Netanyahu.
O primeiro-ministro defendeu as ações de Israel na Faixa de Gaza e contra o Irã, rebatendo acusações de genocídio. Ele afirmou que essas alegações são “maior mentira do século”.
“Aqui está uma verdade simples: Israel não cometeu genocídio. Israel impediu um genocídio”, ressaltou.
“Ao se defender, Israel está defendendo também os países que acabaram de deixar o salão”, destacou, pontuando que, se o Irã não fosse atacado, “estaríamos todos mortos”.
A delegação iraniana é uma das que estavam ausentes no plenário. No lugar reservado ao Irã, os diplomatas deixaram uma foto de Qasem Soleimani, chefe das Forças Quds da Guarda Revolucionária que foi morto em um ataque dos EUA ordenado por Trump durante seu primeiro mandato.
“Continuaremos defendendo nosso Estado, continuaremos ganhando, porque não temos outra escolha”, afirmou Netanyahu em outro trecho.
O premiê de Israel também agradeceu ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O país é um dos principais aliados de Israel e envia armamentos para a nação do Oriente Médio.
“Nessa luta contra os bárbaros, não tivemos maior parceiro do que o presidente Trump. Eu o agradeço.
