Até que ponto a inteligência artificial vai te ajudar a fazer compras online? Para André Alves, diretor para pequenas e médias empresas e startups do Google Cloud na América Latina, o varejo deve ser uma das primeiras áreas em que o consumidor perceberá o avanço dos agentes de IA, com sistemas capazes de entender melhor o que ele procura, recomendar produtos e até concluir pagamentos.
Esse movimento já começa a aparecer entre empresas. Segundo dados do Google Cloud citados por Alves ao Canaltech, o número de pequenas e médias empresas latino-americanas que utilizam a IA da companhia cresceu 3,5 vezes em um ano. Parte delas já saiu da fase de experimentação e passou a usar a tecnologia em atendimento, campanhas de marketing e tarefas administrativas.
Para quem está do outro lado da tela, porém, uma das mudanças mais perceptíveis pode acontecer justamente em uma situação que ainda gera frustração: tentar explicar o que quer para um chatbot e acabar procurando a opção de falar com um humano.
Vamos preferir falar com IA em vez de humanos?
Alves acredita que a IA generativa pode melhorar essa experiência porque consegue interpretar melhor a intenção do consumidor. Um exemplo está nas buscas de lojas virtuais, que hoje podem deixar de encontrar um produto simplesmente porque o cliente escreveu algo diferente do termo cadastrado.
“Com muito baixo investimento, você tem um impacto tremendo.
