Quando o primeiro Onimusha chegou para PlayStation 2 em 2000, ele causou uma impressão muito positiva em mim. Os gráficos chamavam a atenção, os combates funcionavam muito bem, o ritmo de gameplay era divertido. Por isso existe uma grande expectativa pelo novo formato agora com Onimusha: The Way of the Sword, o mais recente título da franquia que esteve na geladeira por duas décadas considerando os jogos principais.
A Capcom já tem sucessos lançados em 2026. Além de Resident Evil Requiem e Pragmata, o novo game de samurai tem tudo para entrar na lista muito bem sucedida do estúdio, mas com algumas ressalvas, já que existem problemas e alguns até chatos.
Prós
Captura facial de impressionar, mas só em alguns momentos
Combate muito refinado e realmente agradável
Sistema de progressão de personagem simples, mas eficaz
Contras
Cutscenes secundárias tem personagens com pouquíssima expressão
Ambientação repetitiva
Dificuldade aquém desse tipo de jogo
História desinteressante
História não é o forte do novo Onimusha
Apesar do sucesso, Resident Evil Requiem não tem uma história que se destaca, e olha que eu sou um grande fã da franquia. Já Pragmata foi melhor nesse aspecto, mas Onimusha: Way of the Sword desceu o nível novamente. As intenções do vilão são as mais rasas possíveis, o que torna a trama um tanto desinteressante.
O desenvolvimento de personagens também deixa a desejar. Eu gosto do Miyamoto Musashi, o novo protagonista.
