O contrato de cacau para entrega em dezembro encerrou a sessão desta quinta-feira (24) com alta de 1,12% na Bolsa de Nova York, negociado a US$ 5.590 por tonelada.
Segundo a Barchart, os preços avançaram pelo segundo pregão consecutivo, em meio às preocupações com a falta de chuvas na África Ocidental. A previsão de precipitações abaixo da média na Costa do Marfim na próxima semana pode prejudicar o desenvolvimento das lavouras e pressionar as perspectivas para a produção da safra 2026/27.
Em Londres, a valorização do cacau ganhou força ao longo da sessão também com a queda da libra esterlina, que atingiu o menor nível em cerca de dois meses e meio. Uma moeda britânica mais fraca tende a favorecer os preços do cacau negociado em libras, ao tornar a commodity mais barata para compradores que utilizam outras moedas.
Na Bolsa de Nova York, o contrato futuro de café para entrega em dezembro encerrou a sessão com baixa de 0,20%, negociado a US$ 2,75 por libra-peso.
Segundo a Barchart, os preços do café recuaram nesta sessão, mas permaneceram acima da mínima de três meses registrada na sessão anterior. O movimento ocorre após a Conab elevar a estimativa para a produção brasileira em 2026 para 67,6 milhões de sacas, ante 66,7 milhões de sacas na projeção anterior.
A produção de café arábica deve crescer 34,8% em relação ao ano anterior, para 48,21 milhões de sacas, enquanto a colheita de robusta é estimada em 19,39 milhões de sacas, queda de 6,6% na comparação anual.
