A eleição presidencial do São Paulo deve passar por uma mudança no cenário da situação. Adilson Alves Martins, que estava próximo de oficializar sua candidatura para o pleito marcado para o fim deste ano, desistiu de concorrer ao cargo.
A desistência ocorre por motivos pessoais e profissionais. Segundo apurou a reportagem, personagens da situação têm uma reunião marcada para esta quinta-feira para definir os próximos passos.
O empresário e conselheiro vitalício do clube era um dos nomes mais fortes da situação para a eleição. Ele explicou, em entrevista ao jornalista Ramoni Artico, que decidiu priorizar sua empresa, que passa por um processo de expansão e emprega mais de 10 mil pessoas.
“Cuido de uma empresa que emprega mais de 10 mil pessoas. Eu não posso deixá-la nesse momento, principalmente no processo de expansão que estamos tendo. Para mim seria uma realização presidir o São Paulo, mas não posso deixar minha empresa nesse momento por respeito a todos os meus funcionários e essas 10 mil famílias que recebem seu sustento através dela”, afirmou.
Adilson também destacou que comandar o São Paulo exige dedicação integral e que, neste momento, não conseguiria conciliar as duas funções.
“Não adianta você querer dividir duas funções que exigem sua máxima atenção e foco. Presidir o São Paulo, hoje, pede 100% de dedicação e comprometimento. Não gosto de fazer as coisas pela metade.
