Investigado pela morte da estudante Isabelle Caracristi, de 22 anos, João Munhoz Neto, de 34 anos, foi preso preventivamente nesta terça-feira (22), no bairro Aldeota, em Fortaleza (CE). A polícia atribui ao homem uma postura considerada não colaborativa e apura uma eventual indução ao suicídio.
No último dia 13, a jovem foi encontrada morta no condomínio onde morava com o namorado na região central da capital. Os laudos periciais concluiram, posteriormente, que houve uma “precipitação voluntária”, indicando que Isabelle teria se lançado do rooftop do local.
Neto foi preso no âmbito da investigação poucos dias após a morte e teve o celular apreendido para análise. De acordo com a polícia, a prisão foi fundamentada em comportamentos considerados relevantes para as apurações do caso.
A CNN Brasil reuniu os principais elementos apontados na investigação até agora que levaram à prisão do homem. Veja abaixo.
Uma série de comportamentos teria levado a coporação a solicitar a prisão de João no âmbito da investigação, sobretudo a “postura não colaborativa” apresentada por ele.
Segundo a polícia, João não procurou a família de Isabelle após a morte e teria orientado a portaria a impedir a entrada deles no prédio. Para além disso, o investigado teria retornado ao condomínio, no dia seguinte à morte, para procurar o celular da jovem nas áreas externas próximas ao local da queda.
