Foi uma tarde agitada para Pip, o agente de IA que tenho usado no aplicativo Muse da Meta.
A plataforma, lançada pela Meta em 8 de setembro, reservou um encontro romântico na sexta-feira à noite e criou um cronograma para minha mudança. Também enviou um e-mail para um amigo sobre uma viagem no mês que vem e elaborou um documento de planejamento com lugares que queremos visitar.
Um avatar ao estilo Pixar digitava em um laptop na parte superior da tela para me avisar que meu assistente de IA, cujo nome eu escolhi, estava trabalhando arduamente.
Os chatbots, como o ChatGPT, mudaram a forma como as pessoas encontram informações e obtêm respostas para suas perguntas. Agora, gigantes da tecnologia estão tentando desenvolver assistentes de IA capazes de lidar com tarefas complexas, com o objetivo de que um usuário possa dar um comando amplo como “fazer minhas compras da semana” e seguir com seu dia normalmente.
Atualmente, o Muse é o aplicativo gratuito mais popular na App Store do iPhone e já foi baixado mais de 2,5 milhões de vezes desde o seu lançamento, de acordo com a empresa de inteligência de mercado Sensor Tower. É a mais recente e promissora tentativa da Meta de rivalizar com chatbots populares como o ChatGPT da OpenAI e o Gemini do Google.
O CEO da Meta, Mark Zuckerberg, deverá compartilhar mais detalhes sobre sua visão para o Muse e os planos da empresa para inteligência artificial durante a conferência Connect.
