O presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, criticou os Estados Unidos nesta quarta-feira (23), classificando as declarações do presidente Donald Trump na Assembleia Geral da ONU como “arrogantes” e “intervencionistas”.
Ele também defendeu a Revolução Cubana de 1959 em meio ao agravamento da crise econômica na ilha.
“Ontem, as declarações do presidente dos Estados Unidos foram absolutamente arrogantes, prepotentes e intervencionistas, reforçando aquela mentalidade genocida e criminosa de desprezo em relação a Cuba e ao povo cubano”, comentou.
Díaz-Canel rejeitou as declarações nas quais Trump chamou Cuba de “Estado falido” e previu que a liberdade chegará ao país.
“A liberdade chegou a Cuba em 1º de janeiro de 1959, com aquela Revolução, e não vamos perder essa liberdade”, disse o presidente.
O presidente cubano apontou os EUA como a causa da escassez de combustível que tem provocado apagões generalizados em toda a ilha.
Ainda afirmou que Trump “escancarou (…) seu desprezo pelos povos da América Latina e do Caribe, particularmente por Cuba e pela Revolução Cubana, dado o que ela representa”.
Quem é Díaz-Canel, presidente sucessor dos Castro que vê Cuba sob ameaça
