O SAF (combustível sustentável de aviação) pode representar entre 5% e 10% do volume de combustível utilizado pela aviação no Brasil em 2030, segundo estimativa do MME (Ministério de Minas e Energia).
A projeção foi apresentada à CNN pelo secretário nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis do MME, Renato Dutra. Segundo ele, o percentual dependerá da matéria-prima utilizada e da rota tecnológica escolhida para a produção.
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“Em 2030, nós temos uma meta prevista de 4% a 5% de redução de emissões no combustível usado na aviação, no setor aéreo. Esse percentual pode variar em termos de volume. Vai depender da matéria-prima usada para produzir o SAF e da rota tecnológica escolhida para essa produção.
Então, a gente acredita que, ao redor de 2030, entre 5% e 10% do volume do combustível já possa ser SAF”, afirmou Dutra.
Dutra também afirmou que o Brasil poderá produzir SAF não apenas para atender à demanda doméstica, mas também para exportar o combustível e ajudar outros países a cumprir metas de descarbonização da aviação.
A legislação brasileira, no entanto, estabelece metas de redução de emissões, e não um percentual fixo de mistura de SAF.
