A dívida do Botafogo quase triplicou e atinge a marca de R$ 3,5 bilhões, gerando um intenso debate sobre os valores e a responsabilidade. O cenário se dá em meio a uma mudança na gestão do clube, com John Textor tentando se manter no controle, enquanto a GDA Luma busca confirmar o comando da SAF.
Antes da separação do clube associativo em Sociedade Anônima do Futebol (SAF), o endividamento do Alvinegro girava em torno de R$ 1,3 bilhão. Atualmente, esse montante subiu drasticamente, considerados todos os órgãos e atores envolvidos.
Desse total de R$ 3,5 bilhões, cerca de R$ 1,29 bilhão está negociado sob o regime de Recuperação Judicial (RJ) adotado pelo Botafogo. As informações detalhadas sobre a escalada da dívida foram divulgadas pelo perfil Benjamín Espósito na plataforma X.
John Textor, ex-dono da SAF alvinegra, que atualmente tenta reverter a perda de controle, rejeita a responsabilidade sobre a dívida total de R$ 3,5 bilhões. Ele argumenta que o valor devido pela companhia, durante o período de sua gestão, era de R$ 2 bilhões.
A controvérsia sobre a real dimensão do endividamento ocorre enquanto a GDA Luma, que já realizou investimentos, trabalha para assegurar o controle da Sociedade Anônima do Futebol. A situação financeira e administrativa do Botafogo permanece em destaque.
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