RESUMO | Dois terços dos conselheiros ouvidos pela Deloitte dizem que seus boards têm conhecimento limitado ou nulo em inteligência artificial. Nas empresas da Fortune 100, a menção a experiência em IA no perfil dos conselheiros subiu de 26% para 44% em um ano, segundo a EY. Para executivas que buscam o primeiro assento, dominar governança de IA pode ser o diferencial em um mercado de conselhos mais disputado.
Conselheira precisa entender de IA? O novo repertório exigido nos boards
