O candidato a presidente Renan Santos (Missão) indicou nesta quarta-feira (23) que deve se manter neutro caso fique de fora de uma eventual disputa de 2º turno ao Palácio do Planalto.
Durante agenda de campanha em Sorocaba, no interior de São Paulo, ele disse que, caso a disputa eleitoral não seja definida em 4 de outubro, não orientará seus eleitores a optarem por outros candidatos, porque não “vota em ladrão”.
“Vou apoiar Renan Santos, número 14. Não vou mandar as pessoas votarem em ladrão. Minha mãe me ensinou quando era criança: ‘Olha, Renan, não ande com bandido’. Vou recomendar às pessoas que votem em bandido?”, afirmou.
O candidato voltou a repercutir a crise sem precedentes que atinge o STF (Supremo Tribunal Federal) após revelações de supostas conversas e contatos de ministros da Corte com o ex-banqueiro do Master Daniel Vorcaro, entre eles Alexandre de Moraes, Dias Toffoli, Kassio Nunes Marques e André Mendonça.
Renan disse que não tem um nome de ministro que indicaria ao longo do mandato, isso porque o próximo presidente do Brasil vai poder indicar quatro nomes para a Suprema Corte após as aposentadorias compulsórias dos ministros Luiz Fux, Cármen Lúcia e Gilmar Mendes. A cadeira deixada com a aposentadoria de Luís Roberto Barroso, em outubro do ano passado, segue vaga.
