No final da década de 1960, Pelé vivia os primeiros momentos do auge de sua carreira esportiva. Ele havia conhecido a Rainha Elizabeth II, feito seu milésimo gol profissional e colecionava taças pelo Santos Futebol Clube.
Foi quando ele decidiu criar um refúgio próprio, perto da cidade-sede do clube, mas cercado por um rio e a Mata Atlântica. Ele chamou o sítio de 661, 61 hectares de “Sossego”.
Hoje, anos após sua morte em 2022, a fazenda histórica continua em busca de um novo dono. Ela está disponível para venda por R$ 35 milhões e também aceita permuta.
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Imóveis foram um dos modelos favoritos de investimento de Pelé. Mas na fazenda em Juquiá, no interior de São Paulo, ele se aventurou por novas fontes de renda.
Em 2010, quando o Rei abriu sua propriedade para visita de jornalistas, o Sítio Sossego contava com 1.200 suínos, 200 cabeças de gado Nelore e um criadouro com cinco espécies de peixes. Eram cerca de 370 hectares apenas para a pecuária e agricultura, sendo as frutas os principais cultivos.
Sua atuação na fazenda rendeu a Pelé o título de cidadão honorário de Juquiá em 1999.
